
O mesmo acontece conosco quando fazemos uma viagem à Igreja Primitiva de Atos dos Apóstolos e vemos a ação sobrenatural do Espírito Santo, onde até a sombra de Pedro curava os enfermos. Tentarmos transportá-lo para a nossa realidade atual sem trazer o clima, nada veríamos.
Queremos o poder, mas não estamos dispostos a pagar o preço que a Igreja Primitiva pagou. Havia oração incessante, amor e temor, unidade e humildade. Compartilhavam tudo em comum. Mesmo diante das perseguições, perigos, fome, nudez, espada, mortes, lutas e provas, eles sempre permaneciam fiéis, animados e encorajados na unção.
“Perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente, perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” (Atos 2.42-47)
O avivamento é o retoque final na noiva (a igreja), adornando-a para se encontrar com o seu noivo (Jesus Cristo). Um clima de muita festa e alegria. Dias de fogo e aroma agradável a Deus. Uma obra exclusiva e encantadora do Espírito Santo em nós.
Estamos vivendo dias de avivamento, dias tremendos do poder de Deus. Já estamos vendo muitas maravilhas, mas queremos mais. Buscamos com expectativas o clima da Igreja Primitiva. Obrigado Senhor!